Constellation follow up activities in the Amazonia

Back in 2014, the GalileoMobile BraBo project visited schools in the Amazon region of Brazil and Bolivia, bringing educational activities and material about Astronomy to nearly 3,000 school students and promoting teacher training workshops to 400 teachers. In the Brazilian state of Rondônia, a public school from Cacoal and two indigenous schools of the Suruí village in Território Sete de Setembro participated in the project. When visiting the city of Cacoal, GalileoMobile met a very enthusiastic group of students, teachers and local leaders interested in developing follow-up activities in astronomy.

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Students from the Cora Coralina public school in Cacoal, Rondônia. Credits: GalileoMobile

For this reason, these visited schools were selected to take part in the Constellation project by GalileoMobile, which took place in 2015 in six countries of Latin America. Throughout this period, astronomers from GalileoMobile kept in touch with school teachers of those countries and promoted Astronomy related activities with the students. However during this period, contact was kept only through the distance, through the internet using teleconference software.

So now it is time to go back to Rondônia and meet in person once again! This is both to tighten the bonds that already exist and to include new schools in these Astronomy outreach activities. This time, we will promote new workshops with the teachers, activities for the students and we will make use of the telescopes that were donated to schools in 2014 during the public observations of the sky.

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Telescope pointing. Credits: Patrícia Figeiró Spinelli / GalileoMobile

Moreover this time, our visit to the region of Cacoal will take into account the different characteristics of the local indigenous communities, always in dialogue with the local knowledge. In that sense we will enhance our efforts to have a larger cultural interchange, learning about Astronomy the way it is transmitted in the communities. Thus, besides transmitting our knowledge, we will learn from them, about their culture, their Astronomy and their cosmovision of the sky.

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Students from the Suruí Community nearby Cacoal, Rondônia. Credits: GalileoMobile.

In order to purchase the necessary material for the activities, afford part of the expenses to bring a GalileoMobile team to the field and cover the costs of lodgings and accommodation, we have created a crowdfunding campaign on the Fiat Physica platform to finance ourselves in a collaborative way. We believe many people doing small actions together can achieve many great things!!

Please help us continue our efforts in the Amazonia! Please contribute to our crowdfunding campaign!

https://www.fiatphysica.com/campaigns/constellation-follow-up-activities-in-the-amazonia/add_to_website_card

Paradise exists and it is called Ponta Negra

Last March, our team member Diego Torres together with collaborators from the Museum of Astronomy and related Sciences (MAST) of the city of Rio de Janeiro, embarked on an amazing 3-day adventure to one of the most beautiful regions of the Green Coast in Brazil. Here is his account of this wonderful visit to a small school in the secluded beach of Ponta Negra (in Portuguese).

“Sem dúvida alguma, a visita a Ponta Negra (Paraty) foi uma das melhores experiências da minha vida!!

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No entanto, essa aventura, que tive o prazer de dividir com o Augusto e a Aline do MAST, não começou da melhor das maneiras. Para se chegar à Ponta Negra, praia paradisíaca onde aconteceriam as atividades do GalileoMobile, era necessário passar dentro de um condomínio (chamado Laranjeiras) onde haviam inúmeros imóveis de luxo pertencentes às maiores fortunas do Brasil e no interior do qual os moradores passeavam de helicóptero. Um mundo próximo porém completamente diferente daquele que iramos encontrar minutos depois. Apesar de não terem o direito de proibir a passagem dos turistas e moradores, o acesso aos barcos para Ponta Negra, por exemplo, é bastante dificultado pelos agentes de segurança, o que gera desconforto e desistência da parte de muitos turistas.

Quando chegamos à Ponta Negra, pouco antes do pôr do sol, parecia não ser verdade que este seria o lugar onde iríamos trabalhar. Fomos muito bem recebidos pela comunidade Caiçara que lá vive. Como moradores de uma cidade grande, habituados a não confiar no próximo, ficamos receosos de deixar o material (telescópios, etc) na praia enquanto procurávamos o lugar onde dormiríamos. Rapidamente percebi que não havia motivo algum para temer e senti um pouco de vergonha da minha própria desconfiança.

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As atividades do GalileoMobile eram complementares à Mostra Maré Cheia de cinema, que ocorre uma vez por ano em Ponta Negra e cujo tema de 2016 era a astronomia. Quando chegamos na praia, a infraestrutura estava sendo montada: o telão na areia e o gerador de energia elétrica (não há eletricidade em Ponta Negra!).

Sim, é possível realizar um festival de cinema de 4 dias com um gerador portátil!! A mostra de cinema começava ao anoitecer, sob a luz da lua, sem muita hora prevista. Aliás, a noção de tempo naquele lugar é um pouco distinta da nossa. Quando perguntávamos aos organizadores sobre o início das atividades, eles respondiam: “ah, acordem a gente lá pelas 9 da manhã…”. Na verdade, ninguém, exceto os “astronautas” – nosso carinhoso apelido em Ponta Negra- parecia se preocupar com relógios. Nos adaptamos rapidamente a esse estilo de vida.

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As atividades sobre o sistema solar e orientação através dos astros foi muito bem recebida pela equipe do cinema, que nos ajudou constantemente, e sobretudo pelas crianças. Eles ficaram impressionados com as distâncias interplanetárias! Porém, sem dúvida alguma, os momentos de maior troca eram durante as noites de observação do céu. Conversamos sobre física, astronomia, filosofia, origem da vida, do Universo, vida extra-terrestre com a população local, cineastas, advogados, engenheiros, professores, desempregados.. Cada um com um ponto de vista ou teoria mais interessante que a outra. Tive a impressão depois de cada conversa que poderia me tornar amigo próximo das pessoas com quem interagia. Nunca vi uma densidade tão grande de gente tão diferente, tão aberta e de bom coração. Isso tornou o nosso “trabalho” ainda mais gratificante.

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Segundo alguns turistas “a fila pra chegar ao telescópio e poder ver os astros estava maior do que montanha russa em parque de diversão”. Mesmo assim eles esperavam. Alguns um tanto tristes pois tinham acabado de descobrir que Plutão não era mais um planeta. Pudemos observar as 4 maiores luas de Júpiter. Os anéis de Saturno e Titã. Muitos se emocionaram de verdade e não paravam de nos agradecer. Era um sentimento mútuo. Ponta Negra é um lugar mágico porque é feito por pessoas mágicas. Espero voltar o mais rápido possível!!”

La línea del Ecuador

por Emmanuel Galliano

Para cualquier amante de la astronomía, tener la oportunidad de pisar sobre la línea del ecuador, desde donde ninguna parte del cielo está escondida, es un regalo maravilloso. Imaginen entonces que felicidad fue para nuestro equipo de Constellation tener la suerte de cerrar nuestro proyecto en Latinoamérica en Vicundo cerca de Cayambé (Ecuador), compartiendo con la comunidad del proyecto Quitsato, un reloj solar monumental situado exactamente en la línea equinoccial, que es otro nombre para la línea del ecuador. Este otro nombre se debe al hecho de que, solo sobre esta línea, el Sol pasa por el Zenit dos veces por año, en los dos equinoccios.

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Fuimos recibidos con mucho cariño por la comunidad local, quien además de cuidar del monumento y de los turistas que lo visitan, organizan varias actividades relacionadas con la cultura local, el desarrollo sostenible y la conciencia ecológica, a la alimentación saludable, y también, no podía faltar, el turismo astronómico. Con un pequeño local dedicado enteramente a la astronomía, que incluye una biblioteca, estamos seguros que el telescopio Celestron que dejamos allá encontrará el uso que soñamos para ella.

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La primera cosa que aprendimos cuando llegamos al monumento Quitsato, es que esta vez nos encontrábamos realmente en la latitud 0:0:0, verificado por nuestro GPS. ¿Por qué ”esta vez”? Porque unos días antes habíamos ido, como cualquier turista que visita Quito, al complejo turístico ”Ciudad Mitad del Mundo”, y pisamos (y sacamos muchas fotos) en una línea del ecuador que no lo es realmente, ¡ya que está situada a unos 240 metros de la linea real! En esta línea equivocada esta construido el monumento conmemorando la misión geodésica francesa que, en 1736, viajó a Ecuador para medir el tamaño de un grado de meridiano en esta región. El objetivo era hacer la comparación con el tamaño de un grado de meridiano en la región ártica y descubrir si la tierra era perfectamente esférica, o si era una esfera achatada. La conclusión fue que la tierra es achatada en los polos.

Como es difícil desplazar este monumento que tiene unos 30m de altura, lo dejaron en el lugar que fue establecido en 1979 (y de hecho con una precisión que no está mal para no haber GPS en la época) y la linea marcada en el suelo también se quedó allí. La pena es que está historia no se cuenta en la ”Ciudad Mitad del Mundo”, y millares de turistas continúan sacándose fotos pisando en esta línea mal posicionada. También a estos turistas se les da unas informaciones falsas, por ejemplo se les invita a equilibrar un huevo sobre un palito vertical, induciéndoles a creer que esto es posible solo porque esta en la línea del ecuador, o se les hace creer que el sentido del remolino del agua cuándo se vacía el fregadero depende del hemisferio en que se está. Estos pequeños engaños hacen perder bastante magia a la ”Cuidad Mitad del Mundo”, y sin haber ido a Quitsato después de esto, nos hubiéramos quedado con un pequeño sabor a decepción.

En la verdadera línea equinoccial, al pié del reloj solar gigante de Quitsato, también descubrimos una nueva e inspiradora manera de ver el mundo, o mejor dicho, una nueva manera de representar el mundo en un mapa: ¡simplemente girándolo 90 grados y colocando la linea del ecuador como una línea vertical central con el hemisferio norte a la izquierda y el hemisferio sur a la derecha! Con esta idea sencilla pero revolucionaria, lo que se coloca arriba del mapa (el Este) es el nacer del Sol que ilumina las mañanas de toda la humanidad igualmente. Esto da una representación mucho mas equilibrada de nuestro lindo planeta, usando como eje de simetría su eje mas natural que es la línea del ecuador. Esta propuesta denuncia la arbitrariedad de la representación común que tenemos de un mundo con un Norte que estaría encima del Sur, y todas las connotaciones asociadas que habitan nuestros inconscientes.

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